irene tanabe

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Era uma vez uma contadora de histórias com origamis…

Estudei Comunicação Social para aprender a me comunicar melhor e acho que consegui: depois de 12 anos trabalhando em empresas de comunicação, decidi me dedicar também à narração de histórias.

Cresci ouvindo minha mãe contar histórias de tradição oral na varanda da minha casa, no interior de São Paulo. Cresci vendo Sítio do Picapau Amarelo. Cresci sentindo o aroma do café fresquinho no coador de pano.  Cresci dobrando papel.

Faço origamis desde os meus 6 anos e por isso resolvi unir a narração de histórias com a arte de dobrar papel.

Participei de exposições de origamis em Iasi, na Romênia, e Novorossiysk, na Rússia. Os convites para lecionar esse método de narração foram surgindo com o tempo e hoje, ministro workshops sobre a aplicação desse recurso nas narrativas.

Conto histórias onde me convidam: empresas, livrarias, casas de cultura e feiras de livros. Já contei histórias no SESC de São Paulo e do interior e também pela UNESCO. Fui contemplada pelo PROLER – Programa Nacional de Incentivo à Leitura para contar histórias na Casa da Leitura da Fundação Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro e já participei da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, do Festival Estadual de Contadores de Histórias de Porto Alegre, no Festival Conte Outra Vez em Recife e no Festival de Garanhuns, no sertão de Pernambuco. Além de outros eventos de narração de histórias.

Hoje, leio muitas histórias e estudo muito os origamis. Pesquiso a aplicação desse recurso nas narrativas como uma forma de desenvolver novos métodos.

 

Muitas vezes, ao contar histórias também colhemos histórias das pessoas e dos lugares por onde passamos.

Essas experiências me fazem refletir, ver e sentir; por isso resolvi escrever um pequeno Diário com os relatos por onde contei e colhi histórias.

Boa leitura e boa viagem!

Histórias de uma contadora e colhedora de histórias.

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